- Enquanto a imagem do trem no Brasil perde-se entre uma saudosa Maria-Fumaça ou um (cada vez mais) futuro trem-bala, a espanhola Renfe não mede esforços ou verba publicitária para inserir suas viagens de trem na esfera dos sonhos reais.Fonte: www.behance.netNew times, new trains (2009)
The best way to show RENFE's (Spanish National Rail Network) new fleet of trains - a magical travelling experience. - FILM 3d by Miopia. Directed by Sega (Lee Films).
- AWARDS: Cannes Lions: Shortlist, The New York Festival: Gold + Bronze + Bronze, Epica: Silver, El Sol:Silver, Fiap: Gold + Silver + Bronze, Laus: Gold.
PRESS
These pop ups were real, made by Serial Cut (http://www.serialcut.com/)



domingo, 22 de agosto de 2010
Mundo abertos na viagem de trem
sábado, 31 de julho de 2010
Brasil nos Trilhos 2010, 11 de Agosto!
Trens de passageiros e de carga, Trem-Bala, matriz de transportes e tudo o que diz respeito à ferrovia no Brasil nas palavras de especialistas, políticos e empresas ferroviárias. Gente que, bem ou mal, mantém a ferrovia no país.segunda-feira, 21 de junho de 2010
Já pra casa de máquinas!
É evidente que a Piuí necessita de uma reformulação completa; faltam posts, conteúdo próprio e o número 2 da revista impressa.
Está bem como estava ou está a ferrovia no Brasil, tão aquém de seu potencial, irregular e insuficiente diante de uma necessidade de transporte e fluxo de informação. Não é necessário prometer um trem-bala; basta afirmar que em breve, qual uma locomotiva, estaremos a avançar, mergulhar e serpentear pelo mundo.
Voltamos em Julho!
domingo, 23 de maio de 2010
Muito elucidativo...!
Por que o Brasil não produz trilhos?
11/05/2010 - Webtranspo
Os investimentos programados para o setor ferroviário prometem dar um novo fôlego aos sistemas de transporte de cargas e passageiros sobre trilhos em território brasileiro. Estimativas preveem que, até 2014, poderão ser investidos nas ferrovias brasileiras R$ 71 bilhões, 270% mais que o investido de 2004 a 2008.
Prova de que o setor está aquecido é o fato de que para este ano está prevista a produção de 2.500 vagões, contra 1.022 em 2009; entre 500 a 550 carros de passageiros serão fabricados neste ano, enquanto em 2009 o volume foi de 438. E no que se refere a locomotivas, entre 60 a 70 sairão das fábricas; no ano anterior, apenas 22 foram fabricadas, segundo dados da Abifer (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária).
Em contrapartida, mesmo com tantos recursos sendo alocados para este segmento da economia o Brasil continua importando os trilhos utilizados nestes projetos. Porém, recentemente, Mirian Belchior, subchefe de articulação e monitoramento da Casa Civil, destacou que o “País tem que começar a produzir trilhos de trem e parar de trazer este produto de outros países”.
Segundo ela, essa retomada na produção é uma determinação do presidente Lula, que considera um absurdo o Brasil ter de importar trilhos. Para se ter uma ideia, a aquisição deste tipo de produto fechou 2008 com um recorde: 170 milhões de dólares, valor mais de sete vezes acima do registrado em 1997.
E a probabilidade é que este número continue crescendo. De acordo com o PNLT (Plano Nacional de Logística e Transportes), criado pelo Ministério dos Transportes, a meta é incluir na rede ferroviária quase 20 mil quilômetros de novos trilhos até 2025.
“Antes, somente se importava para reposição. Agora, há tanta demanda que é possível que as empresas voltem a se interessar por fabricar trilhos no Brasil”, argumenta Welber Barral, secretário de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Vicente Abate, presidente da Abifer, aponta que a retomada da produção destes produtos seria muito positiva para o País. “Haveria geração de empregos e dependeríamos menos de empresas estrangeiras”, aponta.
Procurado pela reportagem, o IABr (Instituto Aço Brasil) – entidade que reúne empresas com potencial para a produção de trilhos: as siderúrgicas – afirma que o País ainda não possui demanda que justifica a retomada deste tipo de fabricação.
“Até 1996, a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) manteve laminador para produção de trilho ferroviário. A produção foi descontinuada porque não havia procura que justificasse sua manutenção”, afirma a entidade por meio de posicionamento enviado por sua assessoria de imprensa.
E finaliza: “a capacidade miníma para implantação de um laminador deste tipo é da ordem de 500 mil toneladas. Hoje, o Brasil ainda não tem mercado suficiente que justifique investimentos em um novo laminador para produção de trilho ferroviário”.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Site ferroviário da semana: Viagem nos Trilhos
